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terça-feira, 27 de abril de 2010

“Na pista pra negocio”


Pera, não me apresa. To encarnando o personagem!
Ola, bixinhas da baixada santista, e São Paulo. Acabo de chegar da faculdade. To só o Pó!
Tenho Trabalhos muito estranhos pra fazer, mas conto com a ajuda e bagagem intelectual de chegados pra não dar peso, sabe! E em ritmo de festa é que venho escrever sobre a vida dessa pobre mortal que aqui vos fala.
Hoje o dia foi um tédio. E realmente gostaria de escrever aqui uma aventura de amor insaciável com meu bofe, mas fazer o que!?
Em compensação passei vergonha com algumas pessoas da minha turma. Hoje sentei com algumas amigas e um amigo para comer uma torta e tomar um guaraná, na hora do intervalo. Nessa aparece um rapaz muito bonito por sinal, de cabelos até um pouco depois dos ombros, um rosto com um sorriso estilo Reynaldo Gianecchini, bem alto e de camisa preta, e com ele uma tropa de cinco rapazes todos do mesmo naipe, mas só ele com cabelos longos. A principio na tinha percebido, pois realmente estava com fome, mas percebendo o suspiro das minhas colegas ao detalhar o rapaz foi que olhei pra confirmar o dito. Só se escutava delas: “Céus, é Jesus?”, “Então me castiga que eu sou pecadora”, “Nossa, agora é que eu fico aqui”. Ai tinha que ser a Teba da Diana pra fazer cagada. Meu amigo disse, “Olha discretamente para trás”. Menina justamente na hora que eu olho, o moço olha pra mim, eu virei com tudo, e engoli o pedaço de torta quase inteira de uma vez. Fiquei com tanta vergonha que joguei os restos da torta, e da latinha no lixo, e corri pro banheiro. Lá fiquei por um bom tempo me arrumando. Quando sai, eles ainda estavam lá. Eu fingi que nem os vi. Mesmo assim o grupinho de rapazes, ainda teve um que assobiou pra mim. Menina, eu dei uma carreira, que só foi parar na sala de aula! Oh vergonha...
Esse tipo de coisa deveria acontecer com minha colega de sala Bianca, ela sim esta “na pista pra negocio”.





Bye

sábado, 10 de abril de 2010

Babavam igual criança por doce de festa

Aloca. To cheia de coisas pra contar. Nada de muito interessante... Então vá direto no Alt + f4 e acabe com isso!
Ontem o Thi veio dormir aqui. O que não é novidade, pois já tinha feito essa observação em um artigo anterior! E foi o de sempre. Conversamos, namoramos um pouquinho... E Poft, dormimos. Ai... “Seu não te amasse tanto assim”. Eu te amo Thiago...E muito!
Antes de amanhecer, lá pelas 4 horas e 4 horas e meia, ele me acorda, com beijinhos, e mais tarde um pouco minha mãe condecora o dia, me fazendo arrumar-me em menos de uma hora. Arrumar pra que? Para um exame. Especificando melhor, um ultra-som. E com isso foi identificado um nódulo de mais ou menos 1cm no meu seio. O Thiago me conforta (é fofo de mais). E eu passo a esperar agora o dia em que irei a minha ginecologista com a porcaria do exame. Se eu estou com medo? Mais é lógico que sim. Não se descobre todo dia que se carrega uma coisa a mais no seio.
Logo após, fui ao projeto Escola da Família. É um projeto muito legal, em que se fica 6hs em uma instituição de ensino (xique benhê), aplicando projetos recreativos com a população, você ganha uma espécie de bolsa na faculdade. Mas é lógico... Passa por um puto processo. Ou seja, “Mão na cabeça que vai começar, O Rebolation, tion o rebolation, o rebolation, tion, rebolation”.
Voltando ao ritmo de festa do meu dia. Eu ainda acompanhei duas universitárias, em um evento de capoeiristas. Meu, elas babavam igual criança por doce de festa. Também, não é por menos. O que tinha de homens bonitos lá... Sabe aquele negão que com sorrisão. Pois é... Tinha uns 20, no mínimo.
E pra fechar com chave de ouro. Fui visitar meu Thiago, mas não sai muito satisfeita de lá, não. Mas deixa no off. O importante é que ele me ama, e eu o amo. E foi só um dia ruim... Amanha estaremos bem melhor.

Bom é isso.
Bye... INTÉ.